Gerenciamento de obras de galpão industrial e logístico
Sem margem de construtora sobre nada.
Cotamos, negociamos e contratamos cada pacote em seu nome — as notas vêm direto de cada fornecedor pra você. Os contratos são seus. O trabalho é nosso.
Taxa fixa. Só ganhamos mais se você ganhar ainda mais.
atuação nos estados: PR – SC – RS
Indústria, logística e centros de distribuição
O galpão parece estar indo bem.
Até a primeira carreta encostar na doca.
A terraplenagem consumiu o dobro do previsto e não há como conferir o volume.
O piso não passou no teste de planicidade e o locatário recusou a entrega.
O galpão está pronto e não pode operar, porque o AVCB não saiu.
Não é porque a construtora seja desonesta — na maior parte das vezes não é. É porque toda ambiguidade de escopo resolve a favor de quem tem engenheiro em campo. E você, por definição, não tem.
É multiplicado por metro quadrado.
O BDI que você
paga sem ver.
Numa empreitada global, um percentual incide sobre tudo — inclusive sobre o que a construtora subcontratou e só repassou.
Você paga o pacote, paga a margem sobre o pacote, e não tem como separar um do outro.
BDI percentual sobre tudo
Taxa percentual sobre o custo (5% a 8,5% no galpão)
Taxa fixa + performance sobre a meta
Ganha se a obra custar mais
Ganha se a obra custar mais
Ganha se a obra custar menos
Fechada, opaca
Aberta
Aberta
Preço fechado
Nenhuma
Valor-meta, com memória de cálculo aberta
Da construtora
Varia
Da W3F, com direito de adequação do proprietário
O modelo troca margem por responsabilidade. O risco de interface passa a ser seu — administrado por nós, mas seu. E são 8 a 12 contratos, não um. Quem quer entregar a chave e não pensar mais no assunto não é cliente da W3F — e preferimos dizer isso agora.
Tecnicamente, sim. Com duas diferenças que mudam o jogo: a taxa é fixa, não percentual sobre o custo, e existe uma meta para bater. Nos dois pontos que dão má fama ao modelo, ele funciona ao contrário aqui.
Toda obra tem três
realidades paralelas.
O que existe no canteiro. Quantidade executada, qualidade aceita, avanço real.
O que foi medido, aprovado e pago. Desembolso, aditivo, retenção, custo final.
O que está contratado, projetado, documentado e licenciado.
Enquanto as três batem, a obra está sob controle.
Quando uma se descola das outras, o dinheiro do proprietário começa a sair — e isso não emite aviso.
Mede-se mais do que se executou. Você paga por um avanço que ainda não existe.
Executa-se o que não pode ser aceito. O problema reaparece na operação.
Paga-se o que não tem respaldo contratual. Depois não dá mais para glosar.
Os três F são as três realidades. O W é a linha que as mantém ligadas.
É esse controle que sustenta dividir a obra em pacotes: sem ele, oito a doze contratos separados seriam mais risco. Com ele, é mais preço real e menos margem escondida.
Gerenciamos galpão. Só galpão.
Por isso sabemos onde ele custa dinheiro.
O item mais manipulável do orçamento — mede-se volume que ninguém mais vai ver.
Sondagem insuficiente vira recalque anos depois, com o galpão cheio de carga.
Prumo, contraventamento e tolerância de montagem — erro aqui não se corrige, se convive.
Planicidade, nivelamento, carga, cura — item nº1 de recusa de locatário.
Estanqueidade, isolamento, calhas — origem nº1 de retrabalho pós-entrega.
Cota, niveladores, vedação — erro de centímetros inviabiliza a operação.
Define quantos níveis de porta-pallet cabem — o que define o valor do ativo.
Sprinkler, AVCB, SPDA — não atrasa a obra, trava a operação.
Raio de giro, carga do pavimento, drenagem — pátio errado, galpão que não opera.
Gerenciadora que faz de tudo descobre o problema do piso na obra.
Quem só faz galpão chega com ele resolvido no contrato.
Três frentes, todas
na execução.
Da estimativa ao dossiê de entrega. Cotamos, contratamos e fiscalizamos cada pacote em seu nome — sem construtora geral no meio.
Para quem já contratou construtora e desconfia. Fotografia 3F, revisão de contrato e planilha, projeção de custo final, plano de correção — em 3 a 5 semanas.
Para quem tem carteira de galpões: verificação mensal de medição e custo, orçado × realizado, relatório trimestral.
O que fica na sua mão.
- Valor-meta com memória de cálculo aberta
- Matriz de interfaces entre pacotes
- Diário de Fiscalização
- Matriz de Riscos
- Mapa de pacotes e comparativo técnico
- Boletim de Medição Verificado
- Registro de Não Conformidades
- Relatório Mensal ao Proprietário
- Matriz de Verificação do Galpão
- Curva de Custo Real × Contratado + EAC
- Painel de Custos por Pacote
- Dossiê de Entrega
Resultado, não relatório para gaveta.
Por que a nossa
assinatura vale
alguma coisa.
Está escrito em contrato. É isso que dá valor à nossa assinatura em um boletim de medição.
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