Engenharia do Proprietário

Gerenciamento de obras de galpão industrial e logístico

Você paga o que a obra custa.
Sem margem de construtora sobre nada.

Cotamos, negociamos e contratamos cada pacote em seu nome — as notas vêm direto de cada fornecedor pra você. Os contratos são seus. O trabalho é nosso.

Taxa fixa. Só ganhamos mais se você ganhar ainda mais.

Desde 2015

atuação nos estados: PR – SC – RS

Indústria, logística e centros de distribuição

O problema

O galpão parece estar indo bem.
Até a primeira carreta encostar na doca.

A terraplenagem consumiu o dobro do previsto e não há como conferir o volume.

O piso não passou no teste de planicidade e o locatário recusou a entrega.

O galpão está pronto e não pode operar, porque o AVCB não saiu.

Não é porque a construtora seja desonesta — na maior parte das vezes não é. É porque toda ambiguidade de escopo resolve a favor de quem tem engenheiro em campo. E você, por definição, não tem.

No galpão, erro não é pontual.
É multiplicado por metro quadrado.
O inimigo

O BDI que você
paga sem ver.

Numa empreitada global, um percentual incide sobre tudo — inclusive sobre o que a construtora subcontratou e só repassou.

Você paga o pacote, paga a margem sobre o pacote, e não tem como separar um do outro.

Na empreitada global, quem toca a sua obra ganha mais quanto mais ela custa. Aqui é o contrário.
Remuneração
Empreitada global

BDI percentual sobre tudo

Administração convencional

Taxa percentual sobre o custo (5% a 8,5% no galpão)

W3F

Taxa fixa + performance sobre a meta

Incentivo
Empreitada global

Ganha se a obra custar mais

Administração convencional

Ganha se a obra custar mais

W3F

Ganha se a obra custar menos

Visibilidade de preço
Empreitada global

Fechada, opaca

Administração convencional

Aberta

W3F

Aberta

Referência de custo
Empreitada global

Preço fechado

Administração convencional

Nenhuma

W3F

Valor-meta, com memória de cálculo aberta

Decisão técnica
Empreitada global

Da construtora

Administração convencional

Varia

W3F

Da W3F, com direito de adequação do proprietário

O modelo troca margem por responsabilidade. O risco de interface passa a ser seu — administrado por nós, mas seu. E são 8 a 12 contratos, não um. Quem quer entregar a chave e não pensar mais no assunto não é cliente da W3F — e preferimos dizer isso agora.

"Isso é construção por administração?"

Tecnicamente, sim. Com duas diferenças que mudam o jogo: a taxa é fixa, não percentual sobre o custo, e existe uma meta para bater. Nos dois pontos que dão má fama ao modelo, ele funciona ao contrário aqui.

Como controlamos

Toda obra tem três
realidades paralelas.

FÍSICO

O que existe no canteiro. Quantidade executada, qualidade aceita, avanço real.

FINANCEIRO

O que foi medido, aprovado e pago. Desembolso, aditivo, retenção, custo final.

FORMAL

O que está contratado, projetado, documentado e licenciado.

Enquanto as três batem, a obra está sob controle.
Quando uma se descola das outras, o dinheiro do proprietário começa a sair — e isso não emite aviso.

Físico ≠ Financeiro

Mede-se mais do que se executou. Você paga por um avanço que ainda não existe.

Físico ≠ Formal

Executa-se o que não pode ser aceito. O problema reaparece na operação.

Financeiro ≠ Formal

Paga-se o que não tem respaldo contratual. Depois não dá mais para glosar.

Os três F são as três realidades. O W é a linha que as mantém ligadas.

É esse controle que sustenta dividir a obra em pacotes: sem ele, oito a doze contratos separados seriam mais risco. Com ele, é mais preço real e menos margem escondida.

Especialidade

Gerenciamos galpão. Só galpão.
Por isso sabemos onde ele custa dinheiro.

01
Terraplenagem

O item mais manipulável do orçamento — mede-se volume que ninguém mais vai ver.

02
Fundação

Sondagem insuficiente vira recalque anos depois, com o galpão cheio de carga.

03
Estrutura

Prumo, contraventamento e tolerância de montagem — erro aqui não se corrige, se convive.

04
Piso industrial

Planicidade, nivelamento, carga, cura — item nº1 de recusa de locatário.

05
Cobertura

Estanqueidade, isolamento, calhas — origem nº1 de retrabalho pós-entrega.

06
Docas

Cota, niveladores, vedação — erro de centímetros inviabiliza a operação.

07
Pé-direito útil

Define quantos níveis de porta-pallet cabem — o que define o valor do ativo.

08
Incêndio e sistemas

Sprinkler, AVCB, SPDA — não atrasa a obra, trava a operação.

09
Pátio e acesso

Raio de giro, carga do pavimento, drenagem — pátio errado, galpão que não opera.

Gerenciadora que faz de tudo descobre o problema do piso na obra.
Quem só faz galpão chega com ele resolvido no contrato.

O que fazemos

Três frentes, todas
na execução.

Gerenciamento do Galpão por Pacotes

Da estimativa ao dossiê de entrega. Cotamos, contratamos e fiscalizamos cada pacote em seu nome — sem construtora geral no meio.

Auditoria do Galpão

Para quem já contratou construtora e desconfia. Fotografia 3F, revisão de contrato e planilha, projeção de custo final, plano de correção — em 3 a 5 semanas.

Assessoria Técnica ao Proprietário

Para quem tem carteira de galpões: verificação mensal de medição e custo, orçado × realizado, relatório trimestral.

O produto concreto

O que fica na sua mão.

Resultado, não relatório para gaveta.

Por que a nossa
assinatura vale
alguma coisa.

Não executamos obra.
Não fornecemos material.
Não recebemos comissão de fornecedor ou de construtora.
Não atuamos nos dois lados da mesma obra.

Está escrito em contrato. É isso que dá valor à nossa assinatura em um boletim de medição.

Próximo passo

Quero um diagnóstico
da minha obra

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Sem custo e sem compromisso.